Os melhores filmes de 2012

2012 foi um ano cheio de promessas e expectativas para o cinema mundial. Mas como nem toda promessa se sustenta, houve muitas decepções também. Assim, faço 3 listas: os melhores (para os filmes lançados no Brasil em 2012), as maiores decepções (idem) e os melhores de outros anos (lançados em outros anos, mas vistos em 2012). Nesse post, listo os melhores.

Duas observações: 1. preferi não me limitar a números, e apenas listei a quantidade de filmes que achei necessário por categoria; 2. alguns desses filmes não vieram para o Brasil (cinema ou home video), mas considerei suas estreias comerciais para encaixá-los nesse ano.

16. LOOPER: ASSASSINOS DO FUTURO (LOOPER, 2012)

Looper

Sinopse: Em 2074, a viagem no tempo possibilita que a máfia envie aqueles que devem morrer para o passado, mais exatamente 30 anos atrás, onde os condenados encontrarão os chamados loopers, assassinos contratados, que em algum momento de suas carreiras terão que assassinar a si próprios nas versões 30 anos mais velhos.

Por que está nessa lista: Mais que um filme de ação e ficção científica, Looper: Assassinos do Futuro, surpreende com uma trama inesperada – onde frieza e calculismo deparam-se com amor incondicional -, contada de forma esteticamente admirável. Joseph Gordon-Levitt, apesar de estranhíssimo com a maquiagem que tenta aproximá-lo fisicamente de Bruce Willis, sua versão mais velha no filme, mostra-se novamente uma das grandes possibilidades do cinema hollywoodiano dessa geração.

15. TED (2012)

 

Sinopse: John Bennett (Mark Whalberg) é um garoto solitário que, na noite de Natal, deseja que seu novo presente, um urso de pelúcia, ganhe vida. O desejo é atendido, e John e Ted (Seth MacFarlane) tornam-se melhores amigos. Após anos de amizade, Ted precisa se mudar para que John e sua namorada (Mila Kunis) possam viver uma vida adulta normal.

Por que está nessa lista: Leia aqui (sobre por que gostei de Ted e outros filmes polêmicos).

14. COMPLIANCE (2012)

compliance

Sinopse: Baseado em fatos reais, Compliance retrata os acontecimentos que sucedem um trote a um restaurante fast food em uma pequena cidade norte-americana.

Por que está nessa lista: De roteiro simples e baixo orçamento, o filme consegue desenrolar-se em suspense puro, criando uma desagradável e intrigante tensão, à medida que o trote passa a mostrar-se sério e criminoso, e que um interrogatório aparentemente inofensivo passa a tomar proporções de abuso e tortura.

13. JIRO DREAMS OF SUSHI (2011)

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Sinopse: O documentário acompanha Jiro, sushi chef e proprietário do restaurante 3 estrelas Michelin Sukiyabashi Jiro.

Por que está nessa lista: Além de acompanhar o processo de criação do menu e a produção dos pratos de sushi, entendemos por que um restaurante tão pequeno e aparentemente tão simplório é considerado um dos melhores do Japão. A dedicação e seriedade com que Jiro e seus dois filhos tratam os produtos e os clientes é apenas um reflexo, no entanto, de suas personalidades extremamente japonesas, por assim dizer, que são retratadas de maneira respeitosa e sensível.

12. SEITA MORTAL (RED STATE, 2011)

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Sinopse: Em uma pequena cidade, um grupo religioso extremista atrai jovens em busca de sexo fácil para tortura e assassinato. Em um de seus rituais, liderados pelo pregador e patriarca da família que compõe o grupo, dois garotos escapam, desencadeando uma série de trágicos acontecimentos.

Por que está nessa lista: Leia aqui (sobre por que gostei de Seita Mortal e os meus outros 4 filmes preferidos de Kevin Smith).

11. A PERSEGUIÇÃO (THE GREY, 2011)

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Sinopse: Um grupo de homens está deixando o Alasca, onde trabalham, em direção ao continente norte-americano. Logo após a decolagem, o avião cai, e sete homens vêem-se tendo de sobreviver no meio da neve e a mercê de um grupo implacável de lobos.

Por que está nessa lista: Liam Neeson especializou-se em filmes de ação e suspense nos últimos anos, e não está decepcionando. Em A Perseguição, ele é um homem contratado para vigiar o local de trabalho a fim de proteger os trabalhadores dos ataques lupinos, munido de um rifle sniper. Será, então, peça-chave nessa jornada de sobrevivência. Fique atento: não deixe de assistir à cena pós-créditos; ela faz toda a diferença.

10. MARTHA MARCY MAY MARLENE (2011)

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Sinopse: Depois de fugir de um culto, Martha (Elizabeth Olsen) é socorrida por sua irmã (Sarah Paulson) e retorna à vida normal em sociedade. As lembranças de acontecimentos traumáticos, no entanto, dificultam sua adaptação, e levam-na à paranoia e alucinações.

Por que está nessa lista: Elizabeth Olsen mostra-se uma atriz talentosa e cheia de potencial, e grande parte do mérito do filme é graças à sua atuação. Com a trama entrecortada por flashbacks, o entendimento da gravidade dos acontecimentos que motivaram a fuga de Martha aumentam a tensão progressivamente, e apresentam-se de forma natural e certeira, criando um clima de suspense, mas dramático e intrigante ao mesmo tempo.

9. LOUCAMENTE APAIXONADOS (LIKE CRAZY, 2011)

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Sinopse: Uma estudante britânica (Felicity Jones) apaixona-se por um estudante americano (Anton Yelchin) e, para passar mais tempo ao seu lado, ultrapassa o prazo de seu visto. Nos anos seguintes, apesar dos esforços de ambos, o relacionamento é abalado pela distância imposta pelas autoridades americanas.

Por que está nessa lista: Leia aqui (sobre por que gostei de Loucamente Apaixonados e outros filmes imperdíveis).

8. O MUNDO DOS PEQUENINOS (KARI-GURASHI NO ARIETTI, 2010)

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Sinopse: Arrietty (Mirai Shida) e os pais parecem humanos, mas são do tamanho de um polegar. Eles vivem anonimamente na casa de uma família, e à noite “caçam” comida e objetos que lhes possam ser úteis. Um dia, Arrietty é descoberta pelo menino Sho (Ryunosuke Kamiki) e a família passa a correr perigo.

Por que está nessa lista: Leia aqui (sobre por que gostei de O Mundo dos Pequeninos e minhas outras animações favoritas).

7. PODER SEM LIMITES (CHRONICLE, 2012)

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Sinopse: Falso documentário que segue três estudantes adquirindo poderes telecinéticos após entrarem em contato com uma estranha matéria em uma caverna.

Por que está nessa lista: Falso documentário está na moda. Filme sobre jovens com super poderes e/ou metidos a super-heróis, também – vide Kick-Ass – Quebrando Tudo (Kick-Ass, 2010), O Besouro Verde (The Green Hornet, 2011) e O Espetacular Homem-Aranha (The Amazing Spider-Man, 2012). Poder sem Limite, no entanto, vai além disso. Focando nos personagens e suas relações, o filme surpreende por não apelar para o óbvio. Quando entendemos as motivações de cada um deles para agir da forma como agem, e o que eventualmente acaba levando-os para um fim trágico, emocionamo-nos, e acreditamos nessa história que não se preocupa em explicar de onde vieram os poderes, mas apenas o que eles causaram na vida desses três jovens.

6. MOONRISE KINGDOM (2012)

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Sinopse: Um jovem casal (Jared Gilman e Kara Hayward) decide fugir, e causa uma comoção em sua cidade, que terá o chefe dos escoteiros (Edward Norton), os pais da garota (Bill Murray e Frances McDormand) e o chefe da polícia local (Bruce Willis) em seu encalço, enquanto os outros escoteiros os auxiliam na fuga.

Por que está nessa lista: Wes Anderson é um diretor infalível – pelo menos até o presente momento. Desde seu primeiro longa, Pura Adrenalina (Bottle Rocket, 1996), tem demonstrado estilo marcante e uma abordagem cômica muito própria às suas histórias. Moonrise Kingdom pode não ser o seu melhor roteiro, mas certamente é o seu filme mais bonito, no sentido estético da palavra. A direção de arte, o figurino e a atenção aos detalhes – como, por exemplo, as capas dos livros de Suzy, feitas especialmente para o filme -, unidos a uma decupagem e direção de fotografia sensacionais, fazem desse filme um deleite visual.

5. O HOMEM QUE MUDOU O JOGO (MONEYBALL, 2011)

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Sinopse: Billy Beane (Brad Pitt), gerente do time de beisebol Oakland Athletics, decide contratar um estudante de economia para analisar as melhores contratações de jogadores através de estatísticas, como uma forma de reforçar o time sem ultrapassar seu orçamento limitado, mas terá de enfrentar o ceticismo daqueles ao seu redor.

Por que está nessa lista: O Homem que Mudou o Jogo é apenas o segunda longa de ficção do diretor Bennett Miller (Capote, 2005), e já se mostra maduro, coeso, redondo. Brad Pitt surpreende por estar cada vez mais parecido com Harrison Ford, mas não por sua atuação, eficiente como sempre. Jonah Hill, por sua vez, merecidamente indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro de ator coadjuvante, entrega uma ótima performance dramática, desmentindo as expectativas de que fracassaria em um papel sério.

4. BATMAN: O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE (THE DARK KNIGHT RISES, 2012)

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Sinopse: Na última parte da trilogia de Christopher Nolan, Batman (Christian Bale) está aposentado. Com a chegada de uma nova ameaça, ele retornará, dessa vez perseguido não apenas pelos vilões, mas pela polícia de Gothan City, que o responsabiliza pela morte do promotor Harvey Dent (Aaron Eckhart).

Por que está nessa lista: Possivelmente o filme mais esperado do ano, Batman: O Cavaleiro das Trevas não decepciona. Apesar das expectativas altíssimas deixadas pelo excelente Batman: O Cavaleiro das Trevas, o filme  cumpre bem o papel de último filme da trilogia, com um roteiro emocionante, cenas de ação de tirar o fôlego e belíssimas atuações, das quais destaco Tom Hardy, como o assustador vilão Bane, Joseph Gordon-Levitt, como o policial Blake e os sempre bons Bale, Michael Caine, como o mordomo Alfred, e Gary Oldman, como o comissário Gordon. Leia mais sobre a trilogia aqui.

3. A INVENÇÃO DE HUGO CABRET (HUGO, 2011)

Hugo

Sinopse: Hugo (Asa Butterfield) é um órfão que vive em uma estação de trem. A única herança deixada por seu pai é um robô, no qual Hugo trabalha com afinco para que volte a funcionar. Com a ajuda de Isabelle (Chloe Grace Moretz), Hugo consegue restaurar o robô, que passa a desenhar coisas aparentemente sem sentido. Inicia-se, assim, a busca pelo significado de seus desenhos.

Por que está nessa lista: Martin Scorsese é mestre, e há anos não dirige um filme que não seja ao menos muito bom. A Invenção de Hugo Cabret cobre uma lacuna em sua carreira: a de filmes para toda a família. No melhor estilo fábula-histórica, e com a mesma intensidade de seus filmes de máfia e loucura, A Invenção de Hugo Cabret é excitante do início ao fim, seja pelo cuidado estético, pela história intrigante, pela linda homenagem a Georges Méliès, ou pela direção impecável.

2. COSMÓPOLIS (COSMOPOLIS, 2012)

Cosmopolis

Sinopse: Eric Packer (Robert Pattinson), um bilionário de 27 anos, atravessa Manhattan em sua limusine para cortar o cabelo em seu barbeiro favorito. Em seu trajeto, enfrenta pesado congestionamento causado pela visita do presidente dos EUA à cidade e pelo funeral de um famoso rapper. Durante a viagem, recebe em sua limusine seu médico para um check-up, sua esposa, uma prostituta, e enfrenta um protesto anti-capitalismo e uma ameça à sua vida.

Por que está nessa lista: David Cronenberg retorna, após um filme insosso e outro apenas mediano, com um filmaço com efe maiúsculo. É o retorno também de sua esquisitisse, típica de seus filmes primordiais – Scanners – Sua Mente Pode Destruir (Scanners, 1981), Videodrome – A Síndrome do Vídeo (Videodrome, 1983), A Mosca (The Fly, 1986) e Crash – Estranhos Prazeres (Crash, 1996) -, mas de forma menos caricata e mais psicológica e cinematograficamente interessante – como em Spider – Desafie sua Mente (Spider, 2002). Em Cosmópolis, Cronenberg retrata de forma muito interessante a evolução do protagonista, que sai de uma bolha asséptica e bilionária para um mundo sujo, criminoso e insano, a medida que sua própria loucura passa a dominar suas ações, o que acaba por levá-lo à liberdade, ainda que haja um preço a se pagar.

1. DRIVE (2011)

drive

Sinopse: Um mecânico e dublê de cinema (Ryan Gosling), que faz bicos como motorista de fuga de assaltos, conhece Irene (Carey Mulligan) e seu filho, e passa a vê-los com frequência, até o dia que o marido de Irene, Standard (Oscar Isaac) é liberado da prisão. Standard deve dinheiro de proteção na cadeia, e para ajudá-lo, o Driver (como é creditado o personagem de Gosling) aceita participar de um assalto.

Por que está nessa lista: Leia aqui (sobre por que gostei de Drive e outros filmes estrelados por Ryan Gosling).

E você? Quais foram os melhores filmes de 2012, na sua opinião?

10 Respostas para “Os melhores filmes de 2012

  1. Vamos lá! Pode comentários longos, né? Esse vai ser enorme! Eu sou impossível… Adoro conversar sobre cinema! Não fique com raiva de mim!!!

    Dos filmes que assisti da sua lista, acho que…

    + “O mundo dos pequeninos” é um abuso de lindo: trilha sonora, cores e cores e cores, personagens cativantes… Tudo lindo! Dá uma vontade enorme de ser pequeno! Mas… Você não ficou com uma sensação de que faltava alguma coisa? Faltou algo no roteiro (não sei se tem no livro, já que não li) quanto a relação entre a pequenina e o neto da dona da casa. O final também… Parece que nos deixa para uma continuação… Mas é realmente lindo.

    -+ “Poder sem limites” ficou completamente sem sentido quando tentaram fazer todo o filme sob a perspectiva das câmeras de vídeo. Tem um cena que é particularmente ridícula: em que a mocinha, que tem um blog, trava uma conversa com um dos protagonistas, sendo toda a conversa nos apresentada enquanto eles trocam as perspectivas das câmeras de vídeo caseiras. Saturou completamente o formato. E a história meio que descamba para o nonsense. Não gostei. Agora, a ideia é fenomenal. Foi uma ideia fenomenal em que perderam a mão no roteiro e na direção.

    + “O Homem que mudou o jogo”. Não consigo pensar em outra coisa além de: “gente, quanto cuspe em copo!!!!!!!!!!!!!”. Quase não chego ao final do filme com nojinho… É um bom filme. Boa direção, ritmo, atuações… Bom filme de Hollywood adaptado de um livro de sucesso, mas que teve o conteúdo bem romanceado. Você não tem um post sobre coisas superestimadas? Tá aí uma. Especialmente por ter ido pesquisar um pouco sobre Billy Beane, e ter descoberto que a estratégia dele é bem falível…

    -+ “Batman…” Como estava esperando muito desse filme, especialmente pelo fato do segundo filme da trilogia ter sido quase impecável, me decepcionei bastante. Teve uma hora que dei aquelas respiradas profundas pra aguentar chegar até o fim. Quando Marion Cotillard apareceu, e recebeu todo aquele poder de Wayne, já sabia qual era a dela… Achei extremamente previsível. Mas, é Batman, é uma trilogia, e terei os três filmes em casa. Não tem o que fazer! kkkkkk

    + “A Invenção…”, além de sensacional, se situa num dos períodos históricos de meu maior interesse (Pré, pós e durante a Revolução Industrial. Sou apaixonada por Direitos Fundamentais – Direitos Humanos -. Devemos muito à Liberdade, Igualdade e Fraternidade dos franceses). E… É uma ode ao Cinema, né? Que amamos! O filme é todo bem conduzido, os atores estão ótimos, os cenários são colírio para os olhos… E ainda tem a Chloë Moretz. Uma atriz da nova geração que adoro!

    -+ Tive problemas sérios com Cosmópolis. Adoro Cronemberg. Tenho vários filmes dele aqui em casa. Amei a mensagem do filme (ou do roteiro, que é adaptado de um livro): os problemas morais, o problema do Capitalismo, e sua crise. I get it, mas… Eu sofri muito pra conseguir chegar até o fim. Ultimamente venho colocando a culpa na atuação de Pattinson. Mas não sei se é isso. Estou pensando em ler o livro para ver se o roteiro foi mal adaptado, mas a adaptação é do próprio Cronenberg, e ele é fenomenal! Pense em todos os outros filmes de Cronenberg e pense nesse. Os outros não te parecem bem mais arrebatadores? ”Scanners”, ”Videodrome”, ”Crash”, ”Gêmeos, mórbida semelhança”?

    e por fim (finalmente!!!!!!!!!!)…

    + “Drive”. Cara, eu AMEI Drive. É um filme que brinca com clichês e é fenomenal. É o tipo de filme que não gosto de falar nada. Apenas virar para alguém e dizer: “Assista. Você vai gostar. Prometo”. Filmaço! (No site Omelete o comparar ao filme À prova de morte, do Tarantino. E esse eu achei muito fraco… Especialmente se você pensar na filmografia do Tarantino).

    É isso!!!
    Ufa! Posso comentar sobre os outros depois que assistir? Tou monopolizando seu blog! kkkkkkk

    • Adoro comentários, pequenos ou enormes, haha! Pode monopolizar à vontade, não se sinta acanhada!
      Vamos lá!

      O Mundo dos Pequeninos: não sinto que falta nada, acho que a relação entre os dois se dá por dois motivos: 1. Sho está sozinho, receoso de que não vá viver muito tempo, e enxerga em Arrietty a chance de uma amizade – acredito que ele seja um tipo solitário, com poucos ou nenhum amigo; 2. Arrietty, por sua vez, é filha única e passou muito tempo dentro de casa, o que a torna curiosa, aventureira, e também à procura de um amigo. Já o final, que termina em aberto, não me incomoda. Acho que ele nos deixa livres para continuar a história da forma que quisermos.

      Poder sem Limites: não acho nonsense, se mergulharmos no contexto de cabeça. Para mim, tudo aquilo é uma metáfora de várias coisas pelas quais passamos na adolescência, e por isso acho tão bom. Quanto à cena em que os dois dialogam, não me incomoda, não.

      O Homem que Mudou o Jogo: sim, concordo que é romanceado, num estilo bem Hollywood de ser, mas dentro do que se propõe, acho um filme e tanto. Mesmo que a estratégia do verdadeiro Billy Beane seja falível, acredito que dentro do filme funcione – como uma licença poética.

      Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge: entendo que seja um pouco decepcionante depois do filmaço que foi o segundo. Sei que o filme tem vários problemas, mas ainda assim é um ótimo filme. Acho que não me decepcionei porque sabia que seria muito, mas muito difícil se igualar ou superar o segundo filme da trilogia.

      Cosmópolis: sim, é um filme cansativo, e de difícil digestão, mas ainda assim o considero genial. Pattinson não é o culpado, na minha opinião. Acho que ele se encaixa muito bem no papel, e faz um bom trabalho. Quanto à comparação com os filmes mais antigos do Cronenberg, prefiro reassistí-los para fazer com mais apuro.

      Se puder, faça a sua lista! Vou adorar comentá-la também! =)

  2. Então… Estamos na mesma linha de raciocínio. Entendo sua posição quanto ao filme “O Mundo dos Pequeninos” e concordo com todos esses pontos, mas acho que fui mimada demais pelos filmes do Studio Ghibli, e acabei me acostumando com um formado “x”. Enfim… O filme é lindo e isso é o que importa.

    Quando a “Poder sem Limites”. Não tem jeito. A câmera me incomodou muito. Continuo achando sem sentido, sem propósito. Enfim…

    Sobre uma lista minha. Funciono de forma diferente. Penso em filmes que vi em 2012, e não em filmes que foram lançados em 2012. Você tem listas no IMDB? Olha uma das minhas: http://www.imdb.com/list/3L441xM5iAw/

    Beijo e obrigada pelo debate!

    XD

  3. Assisti a “Looper”! Muito bom! Em termos de roteiro, a segunda parte (a busca de Bruce Willis) nos fez lembrar (meu marido e eu) ao filme “Exterminador do Futuro”, mas é realmente uma lembrança irrelevante em relação ao conjunto da obra. Amo ficção científica e esse filme honrou a categoria! XD

Se você gostou ou não, concordou ou não e se tem uma lista que gostaria de compartilhar, deixe seu comentário!

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