Um post atrasado: os filmes mais decepcionantes de 2012

Eu voltei!

Depois de dois meses, o blog retorna a suas atividades normais.

E como eu havia prometido, a lista da vez é dos filmes mais decepcionantes de 2012. Sim, a pauta já perdeu o timing, mas nunca é tarde para esse tipo de discussão, não?

Para essa lista, escolhi as 14 maiores decepções do ano, o que não significa necessariamente que estes são os piores filmes do ano, mas aqueles para os quais minhas expectativas eram altas e não foram alcançadas – ou ficaram muito longe disso.

Como critério, todos eles foram lançados no Brasil em 2012.

14. HISTÓRIAS CRUZADAS (THE HELP, 2011)

The Help

Sinopse: Na década de 60, Eugenia “Skeeter” Phelan (Emma Stone) é uma das poucas garotas recém-formadas na faculdade que não se casou e teve filhos. Diferente do grupo, Skeeter passa a entrevistar as empregadas domésticas de suas amigas para escrever uma história para o jornal local, e assim abrir uma discussão sobre a discriminação sofrida por essa classe.

Por que está nessa lista: Um elenco talentoso para interpretar personagens adaptados de um popular romance, dirigido por um diretor desconhecido, mas com aparente potencial. Parece uma receita boa, mas daquele tipo que sempre gera dúvidas. Nesse caso, as dúvidas procedem. As discussões propostas pelo enredo podem até ter sua relevância, mas a forma como são conduzidas na trama do filme dão a ele um tom artificial. Encomendado para abocanhar algumas estatuetas da Academia, Histórias Cruzadas acabou levando apenas o prêmio de atriz coadjuvante, para Octavia Spencer, e caiu no esquecimento.

13. ROCK OF AGES – O FILME (ROCK OF AGES, 2012)

rockofages

Sinopse: Sherrie Christian (Julianne Hough) é uma garota do interior que chega a Los Angeles em 1987 para tentar a vida como cantora e vai trabalhar como garçonete no lendário bar The Bourbon. Com dívidas a pagar, o dono do bar, Dennis Dupree (Alec Baldwin), decide contratar o rock star Stacee Jaxx (Tom Cruise) para tocar seu último show com a banda Arsenal, o que tiraria o bar do buraco.

Por que está nessa lista: Adam Shankman, o diretor, tem experiência com comédias de gosto duvidoso e musicais. É dele o bom Hairspray – Em Busca da Fama (Hairspray, 2007). Já Rock of Ages herdou, de seu predecessor, apenas o fator “vergonha alheia”, que no primeiro é proposital, e no segundo parece apenas acidental. De Glee, série que teve alguns episódios dirigidos por Shankman, ficaram o casal-protagonista-romântico-idealizado e a falta de interpretação rock’n’roll nas vozes do mesmo.

12. AMERICAN PIE – O REENCONTRO (AMERICAN REUNION, 2012)

american-reunion

Sinopse: Os  amigos dos filmes anteriores estão formados há 13 anos, e organizam um reencontro da turma.

Por que está nessa lista: Era a oportunidade de renovar as piadas, ir um pouco além, manter o espírito dos filmes anteriores, mas se superar. E não rolou. O enredo é pobre e muitas situações são claramente forçação de barra para que personagens ressurjam ou se justifique sua ausência. Ou, pior, reciclagem de piadas já contadas. Não vale nem de graça, nem para uma noite descerebrada.

11. PROMETHEUS (2012)

prometheus

Sinopse: Em 2089, uma dupla de arqueologistas elabora a tese de que os criadores dos seres humanos mapearam sua localização no espaço, como uma forma de convite para conhecê-los pessoalmente. Então, uma missão de exploração, utilizando esses mapas, é custeada pela empresa Weyland Corporation, para que eles conheçam os chamados “Engenheiros”.

Por que está nessa lista: Prometheus é grandioso, como um filme de Ridley Scott não poderia deixar de ser. Mas a quantidade de cenas “não acredito que isso está acontecendo” (e não no bom sentido) são tantas, que fica difícil acreditar que o filme é um prequel da saga Alien, ou no que quer que seja. Não falo de verossimilhança, mas de bom senso. Não sou uma grande consumidora de ficção científica, mas afirmo que certas coisas não devem acontecer porque prejudicam a imersão do espectador. No mais, me incomoda a forma como muitos elementos estão jogados ou mal-pensados. David, por exemplo, nas mãos de Michael Fassbender poderia ser um grande personagem, mas não passa de uma mistura de (outro) David (Haley Joel Osment), de A. I. Inteligência Artificial (Artificial Inteligence, 2001) e HAL (Douglas Rain), de 2001 – Uma Odisseia no Espaço (2001: A Space Odissey, 1968). Assim, o roteiro fraco, os personagens mal-desenvolvidos e a direção insossa de Ridley Scott fazem deste, além de uma das maiores decepções do ano, um dos piores filmes de 2012 também.

10. SELVAGENS (SAVAGES, 2012)

Savages

Sinopse: Chon (Taylor Kitsch) e Ben (Aaron Taylor-Johnson) tem duas coisas em comum: o amor pela maconha que cultivam e o amor de O (Blake Lively). O negócio promissor chama a atenção do cartel mexicano, e quando a dupla recusa sua oferta, O é sequestrada, o que os levará a ter de tomar decisões que afetarão sua amizade e seu negócio por definitivo.

Por que está nessa lista: Oliver Stone é conhecido por sua obra irregular. São dele os ótimos Wall Street – Poder e Cobiça (Wall Street, 1987), Assassinos por Natureza (Natural Born Killers, 1994) e Reviravolta (U Turn, 1997) e as bombas Alexandre (alexander, 2004) e World Trade Center (2003). Selvagens não é de todo ruim, mas está muito aquém da capacidade do diretor. Ao tentar imprimir no filme uma atmosfera atual – observando o elenco principal, por exemplo, avistamos dois protagonistas sem talento algum (Lively e Kitsch), e no que diz respeito ao elenco secundário, atores respeitados sendo subutilizados e mal-dirigidos – Stone abre mão de uma boa história, e o resultado é um filme sem estilo e sem relevância.

09. SHAME (2011)

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Sinopse: Brandon (Michael Fassbender) dedica boa parte de seu tempo ao sexo, em detrimento de relações saudáveis, o que o leva à solidão e à apatia em relação à própria vida. Com a chegada de sua irmã Sissy (Carey Mulligan), seu cotidiano previsível sofrerá mudanças.

Por que está nessa lista: Uma abordagem corajosa de um tema polêmico e a presença do excelente Michael Fassbender, junto ao trailer cheio de críticas positivas, levaram-me a crer que estaria em frente de um dos grandes filmes independentes do ano. O filme, no entanto, é tão vazio quanto a vida de seu protagonista. Apesar dos esforços de Michael Fassbender, seu personagem não tem profundidade alguma, e a presença de sua irmã não eleva a dramaticidade do filme. É daqueles típicos casos de filmes pretensiosos, que anunciam muito mais do que podem cumprir.

08. UM MÉTODO PERIGOSO (A DANGEROUS METHOD, 2011)

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Sinopse: O filme histórico retrata a relação entre Sigmund Freud (Viggo Mortensen), Carl Jung (Michael Fassbender) e a paciente Sabina Spielrein (Keira Knightley), nos primórdios da psicanálise.

Por que está nessa lista: Sempre se espera muito de David Cronenberg. Subversividade e bizarrice, ou ao menos bons roteiros bem dirigidos. Um Método Perigoso, apesar da temática permitir – ele poderia, por exemplo, ter tido mais liberdade em cima dos fatos históricos -, não se encaixa em nenhuma das duas categorias. Ele é apenas chato.

07. MILLENNIUM – OS HOMENS QUE NÃO AMAVAM AS MULHERES (THE GIRL WITH THE DRAGON TATTOO, 2011)

Sinopse: O jornalista Mikael Blomkvist (Daniel Craig), auxiliado pela hacker Lisbeth Salander (Rooney Mara), investigará o desaparecimento de uma mulher de uma rica família, ocorrido há 40 anos.

Por que está nessa lista: David Fincher costumava não errar. Depois dos excelentes Seven – Os Sete Crimes Capitais (Se7en, 1995), Vidas em Jogo (The Game, 1997) e Clube da Luta (Fight Club, 1999), vieram os medianos O Quarto do Pânico (Panic Room, 2002) e Zodíaco (Zodiac, 2007). O primeiro tropeço, O Curioso Caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button, 2008), tentativa clara de aumentar a abrangência de tema e estilo de sua filmografia, mas que acabou fracassando, foi seguido do ótimo A Rede Social (The Social Network, 2010), e tudo parecia bem novamente. Quando ele assumiu a direção dessa adaptação do romance homônimo de Stieg Larsson, que já havia sido adaptado pelo cinema sueco – o diretor é Niels Arden Oplev -, criei altas expectativas quanto ao resultado. Já havia assistido ao filme sueco e, apesar de não desgostar por completo, não considero um filme tão relevante a ponto de gerar outra adaptação. O filme de Fincher é ok, mas ainda não chega perto dos seus filmes da década de 1990, e nem é tão visivelmente bem-dirigido como A Rede Social. Por isso, continuo aguardando um retorno triunfal.

06. OS DESCENDENTES (THE DESCENDANTS, 2011)

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Sinopse: Matt King (George Clooney) precisa aprender a se relacionar com as filhas Scottie (Amara Miller) e Alex (Shailene Woodley) depois que sua esposa sofre um acidente e entra em coma. Enquanto isso, terá que lidar com a venda de uma propriedade da família.

Por que está nessa lista: Sou grande fã do trabalho de Alexander Payne, roteirista e diretor de Os Descendentes, que por esse filme recebeu o prêmio da Academia de roteiro adaptado. Eleição (Election, 1999) e Sideways – Entre Umas e Outras (Sideways, 2004), particularmente, são, para mim, filmes geniais, com grandes roteiros, boas direções e elencos brilhantes. Os Descendentes, apesar do alto potencial representado pelo enredo e pela atuação excepcional de George Clooney, não vinga. Sem brilho, o filme parece ter sido concebido por um diretor no piloto automático, pouco inventivo e sem inspiração.

05. SOMBRAS DA NOITE (THE DARK SHADOWS, 2012)

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 Sinopse: Em 1972, o vampiro Barnabas (Johnny Depp) liberta-se de um caixão por onde permaneceu preso por 196 anos, após ter sido amaldiçoado pela bruxa que se apaixonou por ele, Angelique Bouchard (Eva Green). Barnabas retorna a mansão de sua família, que é agora habitada por seus descendentes.

Por que está nessa lista: Tudo indica que Tim Burton perdeu a mão por definitivo. Desde A Fantástica Fábrica de Chocolate (Charlie and The Chocolate Factory, 2005) ele não dirige algo realmente incrível. A Noiva Cadáver (Corpse Bride, 2005), Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street, 2007) e Frankenweenie (2012) são apenas regulares, e Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland, 2010) foi uma das maiores decepções da minha vida. Sombras da Noite, no entanto, ganha disparado o lugar de pior filme de Tim Burton (e eu nem preciso assistir a todos para ter essa certeza). O roteiro infantilóide, digno da casta mais baixa da Sessão da Tarde, não dá espaço para uma direção interessante, e as tentativas de comédia soam totalmente constrangedoras. Nem a direção de arte, normalmente amplificada ao extremo nos filmes de Burton, brilha aqui. Por fim, nem a trilha sonora de Danny Elfman, parceiro eterno de Burton, é relevante ou entusiasmante.

4. PARA ROMA, COM AMOR (TO ROME WITH LOVE, 2012)

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 Sinopse: Quatro histórias paralelas se passam em Roma. Na primeira, os pais de uma jovem americana chegam à cidade para conhecer seu noivo italiano. Na segunda, um casal do interior se prepara para encontrar a família que oferecerá ao rapaz um emprego na capital. Na terceira, um homem comum passa a ser perseguido por paparazzi do dia para a noite, sem motivo aparente. Na quarta, o relacionamento de um casal é abalado pela chegada de uma amiga e de um onipresente desconhecido.

Por que está nessa lista: Woddy Allen (lista dele aqui) é reconhecidamente um diretor irregular. Para Roma, com Amor, é certamente uma de suas piores empreitadas. Das quatro histórias, nenhuma se destaca, muito pelo contrário; todas são irrelevantes, entediantes e constrangedoras, até. Além disso, a homenagem à cidade que o título e a introdução do filme sugerem não está lá, a não ser que Allen considere cantoria no chuveiro, prostituição, culto a celebridade e adultério elementos romanos dignos de serem homenageados.

3. OS VINGADORES (THE AVENGERS, 2012)

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Sinopse: Nick Fury (Samuel L. Jackson), da S.H.I.E.L.D., reúne um time de super-heróis para lutar contra Loki e seu exército, que pretendem destruir a Terra.

Por que está nessa lista: Depois das gigantescas expectativas criadas pela Marvel Studios, o resultado deveria ser nada menos que sensacional, concordam? Porém, levando-se em consideração que vários de seus últimos filmes tenham deixado muito a desejar – vide O Incrível Hulk (The Incredible Hulk, 2008), Thor (2011) e Capitão América: O Primeiro Vingador (Captain America: The First Avenger, 2011) – era de se esperar que esse tão aguardado filme tivesse qualidade comparável a de seus últimos lançamentos. Os Vingadores não empolga como filme de ação, nem como adaptação dos quadrinhos, tampouco pelo carisma (ou falta de) dos personagens – com exceção de Hulk (Mark Ruffalo) e Homem de Ferro (Robert Downey Jr.). Assim como Sombras da Noite, merece apenas um lugar sem destaque na Sessão da Tarde.

2. VALENTE (BRAVE, 2012)

brave

Sinopse: Merida (Kelly MacDonald), uma princesa do Clã Dunbroch, na Escócia, deverá se casar em breve, contra sua vontade. Avessa às tradições, Merida tem o espírito livre e por isso bate de frente com sua mãe, a Rainha Elinor (Emma Thompson). Seus desentendimentos levarão a uma situação inesperada e alarmante, e Merida deverá usar sua bravura, arco e flecha para enfrentá-la.

Por que está nessa lista: O alto nível de qualidade das produções da Pixar elevam as expectativas demasiadamente. Por isso, quando algo fica aquém, considero uma decepção. Valente está longe de ser um filme ruim. Sua qualidade técnica é indiscutível, e diversos elementos da trama funcionam muito bem. Porém, se comparado a qualquer outro filme da Pixar – talvez com exceção de Carros (Cars, 2006) – Valente é claramente inferior. O intuito de criar uma princesa fora dos moldes – e muito se esperava da primeira protagonista feminina do estúdio – à primeira vista mostra-se bem sucedido. No entanto, à medida que a história se desenrola, percebe-se que Merida está mais para princesa Disney que Wall-E, Marlin ou Sulley, assim como o filme, que poderia facilmente se passar por uma produção dos estúdios Disney.

1. CORAÇÕES SUJOS (2011)

corações sujos

 Sinopse: Em 1945, numa cidade de colônia japonesa no Brasil, um grupo de nacionalistas, liderados por um antigo oficial do exército imperial japonês, recusa-se a acreditar na derrota do Japão. Em defesa da honra do país, esse grupo caça os imigrantes que aceitaram a derrota, os chamados “corações sujos”.

Por que está nessa lista: Corações Sujos era provavelmente o filme que eu mais aguardava em 2012, por conta da temática, e por acreditar no trabalho do diretor Vicente Amorim, dos ótimos Um Homem Bom (Good, 2008) e O Caminho das Nuvens (2003). Acompanhei de forma indireta o processo de pós-produção, e a expectativa só aumentou. Mais que um roteiro fraco e uma direção cheia de falhas, o filme é equivocado. A visão preconceituosa dos autores sobre os japoneses nacionalistas prejudica a tentativa de um entendimento mais profundo dessa história e, mais que isso, ofende. O único ponto positivo do filme são os excelentes atores Tsuyoshi Ihara e Takako Tokiwa, que interpretam o casal de protagonistas.

E vocês, concordam com essa lista? Quais foram os filmes que mais lhes decepcionaram em 2012?

Veja a lista dos melhores filmes de 2012 aqui!

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6 Respostas para “Um post atrasado: os filmes mais decepcionantes de 2012

  1. Oi Juliana! Que bom que você está de volta 🙂 Falando do seu texto, Sombras da Noite, Valente e Para Roma com Amor também encabeçam a minha lista de decepções do ano. Eu só não acho que esse último é o pior Woody Allen de todos porque ainda existem Scoop e Igual a tudo na vida. Também achei que o Shame promete promete, e deixa a gente sem nada, apesar de ter algumas cenas bonitas. Mas eu não esperava nada dele mesmo, só vi porque estava dando bobeira na netflix.

  2. Puxa, Ju. Concordo em diversos filmes da sua lista. Fiquei profundamente frustrado com Prometheus também e estou super de acordo com o que você falou do Fincher e do Burton. Do Fincher para mim é ainda mais triste… Ele era do trio que surgiu forte no final da década de 90: Aronofsky, Fincher e Paul Thomas Anderson. Os dois últimos, para mim, perderam um pouco a mão do trabalho excepcional que apresentaram no começo. Só posso torcer pelo Aronofsky se manter. O PTA fez para mim um dos filmes mais prepotentes e mala do ano passado com “O Mestre”.

    Agora, eu discuto com você um pouco no Para Roma com Amor, que tem trechos engraçadíssimos. Claro, não é um Meia Noite em Paris, mas é um filme com uma identidade e pegada diferente dos antecessores, voltado mais para a comédia e a neurose do próprio. A sequência com o Benigni é muito boa.

    E também não concordo com o Vingadores. Justamente pelo o que você falou, A Marvel Studios tem 3 trabalhos desenvolvidos, de fato: Homem de Ferro, Thor e Capitão América. Hulk não pode nem ser considerado, afinal, o primeiro é de outro estúdio e o segundo acabou sendo a visão de um ator (que eu realmente gosto) que deixou o status de estrela subir à cabeça. Destes só o Homem de Ferro é uma unanimidade, muito por contar com um protagonista extremamente carismático. O que se esperava do vingadores era um nível certo de comédia e ação com uma briga que realmente pudesse ser grande e difícil o suficiente para o grupo. E é o que você recebe. Sequências com o ótimo Hulk de Rufallo, seja com o jeito pequeno e tímido dele se tornando o gigantão, seja na porrada dada no Thor, ou na pancadaria desferida no Loki, o Homem de Ferro roubando o show para ele, os “humanos” hawkeye e viúva negra bem equilibrados com o resto da equipe e as piadas de alguém fora do seu tempo com o capitão. Senti até que ele havia saído isento de criticas.

    Brave, eu ainda não vi, mas vi o mesmo número de pessoas falando bem e falando mal do filme. Para mim, é o filme mais disney da pixar, assim como detona ralph é o filme mais pixar da disney.

  3. O Mestre é terrível! Só não está aqui porque foi lançado no Brasil em 2013, e certamente estará na lista desse ano!
    Não sou fã do Aronofsky. Dele, só gosto realmente de O Lutador.
    Para Roma, com Amor pode até ter momentos engraçados, mas para mim parece feito nas coxas.
    Sobre Os Vingadores, acho que depois da trilogia do Batman do Nolan nenhuma adaptação de quadrinhos vai me deixar feliz.
    E, sim, Detona Ralph com certeza é o filme mais Pixar da Disney (até pela presença, na exibição nos cinemas, de um curta pré-filme).

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