Sessão da Tarde, Cinema em Casa e outras nostalgias – parte 1

O termo “Sessão da Tarde”, para a geração que cresceu nos anos 80 e 90 – não sei dizer como foi para as gerações anteriores e posteriores -, tem um significado bem particular, e que ultrapassa a significação óbvia, além de remeter a muito mais que apenas à sessão de filmes vespertina da TV Globo. Menos lembrado, o finado “Cinema em Casa” , do SBT, também foi responsável pela perpetuação de clássicos dessa geração.

Para botar a nostalgia em pauta, listo 30 filmes que marcaram minha infância, clássicos da Sessão da Tarde, do Cinema em Casa, ou não. Muitos deles foram revisados por mim depois de adulta, e destes, muitos passariam longe de uma lista de filmes realmente “bons”. O critério que utilizei aqui foi simplesmente o quão marcante esse filme foi, a ponto de me despertar lembranças ainda hoje, ou, no caso dos filmes mais bem posicionados, o fato de pedir revisões constantemente, com direito a dizer as falas mentalmente junto com os personagens, assobiar as músicas-tema e ficar feliz como uma criança.

Por conta da quantidade de filmes, dessa vez não colocarei uma sinopse de cada filme. Para ir para o IMDB, basta clicar no título.

30. BRINQUEDO ASSASSINO (CHILD’S PLAY, 1988)

Boneco. Ruivo. De olhos azuis. Quase não precisava de um espírito para ser assustador, que dirá o espírito de um serial killer cujo objetivo é transferir-se para um corpo humano e fazer dele um hospedeiro para todo o sempre. E assim se estabelece um dos filmes mais assustadores da minha infância, se não o mais assustador. Depois do primeiro filme, vieram mais quatro, e diz a lenda que um sexto será lançado ainda esse ano. Lembro-me que me assustei de verdade só até o terceiro filme, Brinquedo Assassino 3 (Child’s Play 3, 1991), provavelmente mais por conta da minha idade que por causa da nova roupagem adotada no quarto filme, A Noiva de Chucky (Bride of Chucky, 1998). A série deixou de se levar a sério – me pergunto se os adultos se assustavam com os filmes até então – e passou a fazer piada de si mesma, decisão acertada, já que nem as crianças mais medrosas de hoje em dia se sentiriam intimidadas por Chucky – independente de sua feiúra.

29. A LAGOA AZUL (THE BLUE LAGOON, 1980)

Não confundir A Lagoa Azul com De Volta à Lagoa Azul (Return to the Blue Lagoon, 1991). Mas, pensando bem, os dois tem tudo para serem confundidos. Ambos são adaptações do romance homônimo de Henry De Vere Stacpoole, de 1908. Coincidentemente, Brooke Shields, que interpreta Emmeline no primeiro, e Milla Jovovich, que a interpreta no segundo, tiveram carreiras mais bem-sucedidas que seus parceiros, Christopher Atkins e Brian Krause, que interpretaram Richard, respectivamente. Por fim, ambos foram exibidos à exaustão nas sessões vespertinas da TV, o que causava certa confusão devido às semelhanças e porque foram lançados com apenas onze anos de intervalo. O que você provavelmente não sabe é que A Lagoa Azul não é a primeira adaptação cinematográfica do livro. A primeira data de 1923 e a segunda, de 1949. De Volta à Lagoa Azul tem esse título porque se autopromove como uma continuação do filme de 1980, o que não passa de balela, já que ambos são praticamente idênticos. E, como se não bastasse, um novo remake foi lançado no ano passado, somente para TV, sob o título de Blue Lagoon: The Awakening. Este último se passa nos dias atuais, e mesmo que não fosse uma produção pequena, duvido que teria chance de se estabelecer como um “clássico” como o nosso de 1980 se estabeleceu.

28. OLHA QUEM ESTÁ FALANDO (LOOK WHO’S TALKING, 1989)

Vejam só, o terceiro filme da lista também faz parte de uma série, nesse caso, uma trilogia. Sessão da Tarde e Cinema em Casa antigamente eram sinônimo de “sucessos de bilheteria da década passada – ou pelo menos 5 anos atrás), e talvez por isso a coincidência tenha se estabelecido aqui, e não seja necessariamente uma coincidência, mas um fato estatístico. Em Olha quem Está Falando, John Travolta e Kirstie Alley estão magros e jovens (Alguém se identifica?), e seu timing de comédia está apurado, pelo menos na visão que eu tinha na época. Mas a graça do filme é mesmo o garotinho “dublado” por voz adulta. O personagem Mickey é interpretado por 4 atores diferentes, mas a voz que dá vida a ele é de Bruce Willis, o que faz toda a diferença. Por sorte, já que estamos falando de Sessão da Tarde e Cinema em Casa, a versão dublada em português é muito boa também (a “voz” de Mickey no Brasil é a do dublador oficial de Bruce Willis).

27. GHOST – DO OUTRO LADO DA VIDA (GHOST, 1990)

Ghost – Do Outro Lado da Vida imortalizou (com o perdão do trocadilho) a cena da cerâmica, o beijo de Demi Moore e Whoopi Goldberg e a música Unchained Melody, do Righteous Brothers. O filme foi responsável pelo boom do espiritismo, também. E, bom ou ruim, é inegavelmente um clássico dessa época. É provável que o impacto nas garotas tenha sido consideravelmente maior que nos garotos (nem o beijo “lésbico” mudaria isso), e em garotas “manteiga derretida”, como diria meu pai, então, nem se fala. Todas as justificativas do filme, são, na verdade, bem ruins: amigo traíra a fim da mulher alheia, assalto tosco, charlatã que deu certo, gato que pula ao ver espírito e espírito que aprende a mexer nas coisas terrenas. Mas aposto que eu choro se assistir de novo.

26. AS AVENTURAS DE CHATRAN (KONEKO MONOGATARI, 1986)

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Apesar de ser uma dog person, não consegui escolher um filme que fosse tão relevante para minha infância quanto As Aventuras de Chatran, na categoria “animais”. Cogitei Lassie (1994), uma adaptação da série de TV homônima que foi ao ar entre 1954 e 1974; K-9 – Um Policial Bom pra Cachorro (K-9, 1989) e Beethoven, o Magnífico (Beethoven, 1992). Mas nenhum me foi tão marcante quanto a história do gato e do cão que se separam acidentalmente, e “vão viver altas aventuras” até o seu reencontro. Apesar da presença do cão, o protagonista é mesmo Chatran, “um gatinho muito atrapalhado”. Naquele tempo, a tecnologia não permitia que os animais falassem, e justamente o fato de o cão e o gato não falarem é o que torna o filme interessante, e quase documental. O material bruto, captado no decorrer de 4 anos, totalizou mais de 40 horas. E,  sim, o título original que vocês leem aí em cima é em japonês. O filme é originalmente japonês, mas foi adaptado para uma versão inglesa, de 1989 – a versão que veio para o Brasil.

25. TROCANDO AS BOLAS (TRADING PLACES, 1983)

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Trocando as Bolas, do diretor John Landis – Os Irmãos Cara de Pau (The Blue Brothers, 1980) e Um Príncipe em Nova York (Coming to America, 1988) -, é um filme de atores. O roteiro se desenrola bem em situações hilárias, mas sem Eddie MurphyDan Aykroyd e Jamie Lee Curtis, no auge de suas carreiras, o filme não seria o mesmo. Esse é o típico exemplo de filme que eu, ainda hoje, me divirto ao assistir, tanto quanto se fosse a primeira vez. E também é o caso conhecido de filme cuja qualidade é reconhecida mesmo sem embasamento técnico – no meu caso, uma criança de cerca de oito anos.

24. FIEVEL – UM CONTO AMERICANO (AN AMERICAN TAIL, 1986)

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Fievel – Um Conto Americano é um título longuíssimo para crianças. Para mim, ele era Fievel. Obviamente eu não percebia o trocadilho do título original (tale, que significa conto, por tail, que significa rabo). E claro que também não entendia o contexto cultural e político da história. Para mim não havia sotaques, religião, e migração era um conceito ainda a ser aprendido nas aulas de Estudos Sociais. Portanto, restava a história do ratinho que se separou da família, o que por si só já soa tristíssimo – para uma criança, ao menos. O medo do desconhecido, no entanto é algo que uma criança consegue entender bem, e portanto a analogia com migração é oportuna. A família (judia) de Fievel deixa a Rússia perseguida por máfias, em direção à América. Mas como fazer uma criança entender? Simples, basta vesti-los de gatos. E assim, o filme de Don Bluth torna-se acessível às crianças – para mim, além de acessível, foi inesquecível -, mas divertido para os adultos também.

23. EM BUSCA DO VALE ENCANTADO (THE LAND BEFORE TIME, 1988)

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Muito antes de Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (Jurassic Park, 1993), os dinossauros deram vida a personagens antropomórficos, nessa animação do já citado Don Bluth. Novamente Don trata de assuntos sérios – a deterioração do mundo, a busca por um novo lar, a morte ou separação dos pais -, e, assim como em Fievel, o faz de maneira acessível ao público infantil. (Alguém mais lembrou da Pixar? De Don Bluth é também o igualmente triste Todos os Cães Merecem o Céu (All Dogs Go to Heaven, 1989), que por pouco não entrou na lista.

22. LUA DE CRISTAL (1990)

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Lua de Cristal é uma pérola (outro trocadilho acidental, juro) do cinema brasileiro. Em tempos pré-retomada, a oferta de filmes era pequena, e praticamente limitava-se a produções desse tipo – se não era Xuxa a protagonista, eram os Trapalhões. Nunca fui fã desse tipo de filme, e Lua de Cristal é uma exceção. Os elementos desse filme formam uma amálgama esdrúxula e divertida. A começar pela diretora, Tizuka Yamazaki, cuja filmografia – que inclui outros filmes com Xuxa – é inexpressiva. Junta-se a ela Sérgio Mallandro, como par romântico da Xuxa, com direito a cavalo branco e tudo o mais. Ao lado do adorável casal, alguns atores sérios, em papéis muito menores que eles, como Claudio Mamberti e Júlia Lemmertz. Por fim, uma tentativa de criar cenas musicais, bastante constrangedoras, por sinal, e a presença totalmente inexplicada dos paquitos e paquitas. Conhece a máxima “é tão ruim, que é bom”? Pois é, ela aplica-se a esse filme. Tanto quanto o sopão que a Xuxa prepara no início do filme, enquanto faz faxina na cozinha, e o sanduíche que ela monta com a ajuda da garotinha, na lanchonete onde trabalha – duas cenas que eu adorava, por sinal -, o filme é um apanhado de muitas coisas, muito desconexas e às vezes, muito ruins. Por isso ele é tão bom!

A colega blogueira Camila, do O Filme da Tarde, escreveu um texto divertidíssimo sobre Lua de Cristal, que está, dividido em 3 partes. Recomendo a visita.

21. AS PATRICINHAS DE BEVERLY HILLS (CLUELESS, 1995)

Clueless

Não sei o que era tão fascinante nesse filme. Minha irmã e eu costumávamos assistir a ele repetidamente, e no fundo acredito que seja mesmo o desejo de um guarda-roupa incrível, popularidade e o namorado perfeito. Ironicamente, a protagonista, Cher (Alicia Silverstone) vê-se, em determinado momento, sem amigos, sem namorado, sem popularidade e sem carteira de motorista. Está aí o pulo do gato. Não acredito que a identificação que minha irmã e eu tínhamos com o filme existiria se tudo sempre fosse perfeito na vida de Cher. No fim, tudo fica bem, claro. Não para Alicia Silverstone, no entanto. Ela vinha de filmes B, alcançou grande visibilidade com As Patricinhas de Beverly Hills, mas não soube aproveitar, o que a fadou à bomba Batman & Robin (1997) e algumas produções menores para a TV. Brittany Murphy, por sua vez, interpreta a nova aluna do colégio, que, grunge e desajeitada, inspira a compaixão de Cher, que a adota para um projeto de extreme makeover. Brittany, ao contrário de Alicia e de seu personagem no filme, cultivou uma carreira de sucesso, até sua prematura morte em 2009.

20. O ÚLTIMO AMERICANO VIRGEM (THE LAST AMERICAN VIRGIN, 1982)

the last american virgin

Uma espécie de Porky’s – A Casa do Amor e do Riso (Porky’s, 1982) alternativo, O Último Americano Virgem é um desconhecido, mas divide com o primo famoso algumas semelhanças, além do fato de ter sido lançado no mesmo ano. Em ambos, a prioridade máxima dos personagens principais, um grupo de amigos estudantes, é a perda da virgindade – assim como no mais atual American Pie – A Primeira Vez É Inesquecível (American Pie, 1999). O que difere o filme em questão de Porky’s e American Pie é a abordagem mais séria que o filme toma em determinado momento. A comédia está presente, mas a história principal é a do amor não-correspondido. A segunda metade do filme é tocante, de certa forma, e provavelmente me agradava justamente por conta do romantismo com que as situações são tratadas. Nesse momento, a temática do filme deixa de ser sexo e passa a ser amor. Soa piegas, mas o final triste – que me marcou muito, na época – assegura-nos de que suas semelhanças com o primo famoso são apenas iniciais. Acertada a decisão do diretor e roteirista, que se baseou em um filme israelense de 1979, Eskimo Limon, e, ao fazê-lo, priorizou manter a essência da história ao invés de transformá-lo em mais uma típica comédia adolescente.  A trilha sonora, composta por, entre outros, Oingo Boingo, U2, Journey, Blondie e Sting, é uma boa surpresa.

19. FÉRIAS DO BARULHO (PRIVATE RESORT, 1985)

private resort

Assim como no filme anterior, em Férias do Barulho, a temática aqui é “meninos em busca de sexo”. Tratada de forma mais leve, no melhor estilo comédia escrachada, o resultado é um filme leve e divertido, mas nada mais que isso. Certamente não me agradaria como adulta, não fosse a nostalgia, e disso sei porque voltei a assisti-lo recentemente. Porém o filme está na lista porque foi responsável por muitas risadas, em diversas revisões, principalmente em memoráveis cenas protagonizadas por Ben (Rob Morrow), Shirley (Hilary Shepard), uma lúnatica religiosa e ninfomaníaca, e o Maestro (Hector Elizondo), um ladrão malandro (mas nem tanto). E, sim, o rapazola de camisa aberta aí da foto é Johnny Depp, em início de carreira.

18. UM PEIXE CHAMADO WANDA (A FISH CALLED WANDA, 1988)

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Charles Crichton é o diretor desse filme delicioso, de humor levemente britânico e elenco brilhante. O extenso currículo de Crichton abrange longas-metragens nas décadas de 40 e 50, e muitas séries de TV de 1962 a 1982. Um Peixe Chamado Wanda, que tem roteiro do também ator John Cleese, é seu último e mais conhecido trabalho. O conteúdo era um pouco pesado para o período vespertino, mas a Globo mandava ver, e, como sempre acontecia na Sessão da Tarde, foi um filme que descobri por acidente, livre de expectativas, e que voltei a assistir muitas vezes, de propósito e com gosto. Jamie Lee CurtisKevin Kline e John Cleese (o roteirista) dão um show à parte.

17. ROBOCOP – O POLICIAL DO FUTURO (ROBOCOP, 1987)

robocop

Robocop era um filme bastante sério para a minha idade, e não exatamente compatível com meu gosto para cinema. Mas, assim como O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (Terminator 2: Judgement Day, 1991) e O Vingador do Futuro (Total Recall, 1990) – que por pouco não entraram nessa lista – acredito que tenha sido impressionada pelos efeitos especiais de ponta, bem como pelo protagonista complexo e pelo roteiro intrigante. A direção de Paul Verhoeven – que também dirigiu O Vingador do Futuro –  faz toda a diferença. Não por coincidência, muitos de seus protagonistas apresentam uma característica sombria e assombrada – pense em Instinto Selvagem (Basic Instinct, 1992) e O Homem se Sombra (Hollow Man, 2000). Vai ser difícil superar, mas torço pelo remake de José Padilha, com lançamento previsto para 2014.

16. QUERIDA, ENCOLHI AS CRIANÇAS (HONEY, I SHRUNK THE KIDS, 1989)

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Quantas vezes vocês viu esse filme passando no SBT? Mais de cem? E quantas vezes você parou para assistir? Pelo menos dez, né? Pois é. Não conheço pessoa da minha faixa etária que nunca tenho tido vontade de desbravar o quintal de casa, com direito a dormir em peças de lego, montar formigas e comer um whoopie pie gigante. Aventura e comédia se dão as mãos e divertem crianças e adultos. Por outro lado, a forma como os personagens interagem dá consistência ao filme. Os dois núcleos, o das crianças e o dos adultos, passam por conflitos anteriores e paralelos ao problema que passam a enfrentar em conjunto, o que enriquece a história de modo a não torná-la descartável. Vale lembrar que muitos dos efeitos são cênicos, e não digitais, o que só faz minha admiração pelo filme aumentar.

Em breve, a segunda parte!

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6 Respostas para “Sessão da Tarde, Cinema em Casa e outras nostalgias – parte 1

  1. Obrigada pela menção à minha humilde trilogia Lua de Cristal 🙂 Ah, e aproveitando o embalo, eu também adoro As patricinhas de Beverly Hills, acho o texto super inteligente, e descobri faz um tempo que é uma adaptação de Emma, da Jane Austen. Até escrevi um post sobre isso http://ofilmedatarde.com/2012/10/27/jane-austen-e-o-legado-da-comedia-romantica-parte-2/
    E eu vou esperar a conclusão da sua lista pra falar qual seria a minha, é sempre ótimo relembrar essas coisas.

  2. Juuu, que demais! Eu adorei essa lista!!! QUE INCRÍVEL! hahahahahaha! Fievel e Em Busca do Vale Encantado me marcaram demais e “Um peixe chamado Wanda” é fantástico! O Chuck e o Robocop eu não assistia porque tinha medo (juro), mas os outros acho que vi todos! Excelente lista, estou ansiosa pela segunda parte!

  3. Oi, Juliana!
    Olha quem está falando e as sequências foram demais, as crianças eram fofas e os adultos convenciam com uma comédia gostosa para rir um pouquinho, mas que tbm emocionavam de alguma forma.
    O 26 para mim era mais o “filme do gatinho” mesmo, que gracinha! Esse queria ver atualmente.
    Em busca do vale encantado foi um filme mto lindo, prefiro ao Jurassic Park! Hehe
    Todas as meninas gostavam de Lua de Cristal e Patricinhas de Beverly Hills, a trilha sonora deste era bem legal.
    Não sei se já saiu a parte 2, vou procurar, mas Curtindo a vida adoidado, Indiana Jones, Karate Kid, De volta para o futuro, Quero ser grande, Dirty Dancing, Elvira, são tantos!!
    Agora estava tentando lembrar de um filme que se passa na África, e encontrei no Google… Os Deuses devem estar loucos! Demais esse filme http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Deuses_Devem_Estar_Loucos
    Não sei o que eu acharia hoje, né…
    Estou comentando esse post antigo, que adorei, sobre o atual não sei muito, não entendo de PS3… hehe
    Tenho um blog de listas tbm, mas sempre de cinco coisas. http://meus5.wordpress.com

    Bjos! Vou continuar dando uma olhada aqui nas listas antigas. Alistar só 5 coisas já é meio difícil às vezes, imagino você escrevendo sobre 30!!

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